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Apendicite: um problema que não pode esperar

A apendicite é a inflamação do apêndice cecal, um pequeno órgão linfático, com cerca de oito a dez centímetros, rico em glóbulos brancos, que fica na primeira porção do intestino grosso – chamada de ceco. Na maioria dos casos, a inflamação decorre da obstrução da luz, dessa pequena saliência do ceco.


Essa enfermidade se apresenta como o problema cirúrgico mais comum no abdome, com uma alta incidência em pacientes entre os 10-20 anos de idade, porém acontece em todas as faixas etárias. Os principais sintomas da doença são a dor na parte inferior direita do abdome, inapetência, podendo apresentar febre, náuseas e até diarréia.

Segundo o Cirurgião Geral e Oncológico Dr Carlos Antonello, a apendicite é uma urgência médica, que necessita de tratamento cirúrgico, se não tratada a tempo, pode ocasionar o risco de ruptura do apêndice e sepse, conhecida como infecção generalizada.

RISCOS DE ESPERAR

O especialista também relata que durante a pandemia, vários casos de apendicite, que chegaram até sua equipe, estavam com quadros avançados. “Muitos pacientes, por medo de se exporem em ambientes hospitalares, estão ignorando os sintomas das doenças. A apendicite foi um dos principais problemas, que chegaram até nós, com quadros clínicos avançados, visto que os pacientes não procuraram, atendimento médico, para fazer o diagnóstico precoce. Essa situação é muito séria e pode ocasionar risco para o paciente” explica Antonello.

Após a cirurgia, o apêndice cecal é avaliado por exame anatomopatológico, procedimento de rotina, visto que, alguns casos, pode a presença, de uma neoplasia maligna, desencadear o processo. Esses casos, são mais comuns, em pacientes com idade acima de 45 anos.

TRATAMENTO

O tratamento da enfermidade é cirúrgico e atualmente já existem técnicas que diminuem o trauma desse procedimento. “Antigamente a cirurgia realizada para apendicite, apendicectomia, era realizada somente de forma aberta, deixando uma grande cicatriz aos pacientes. Devido a isso, muitos temiam a realização do procedimento. Porém, atualmente, há técnicas modernas, como a minilaparoscopia, que é um procedimento minimamente invasivo, que realiza pequenas incisões no abdome, melhorando o resultado estético, o tempo de internação e menor dor no pós-operatório” destaca Antonello.


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