QUEM SOMOS?

Clínica de cirurgias gerais e oncológicas com médicos especializados em cirurgias de baixa, média e alta complexidade.
Realiza tratamento de hérnias, doenças do aparelho digestivo e procedimentos oncológicos.

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Câncer de Colo de Útero: uma doença silenciosa, mas que pode ser evitada!

Câncer de Colo de Útero: uma doença silenciosa, mas que pode ser evitada!

O câncer de colo de útero é uma doença que pode ser prevenida e evitada pelas pacientes, porém ainda é uma das principais causas de morte por câncer nas mulheres de países em desenvolvimento. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) no ano de 2015 em torno de 5727 mil mulheres brasileiras, entre 35 a 44 anos, morreram com esta doença. Sendo este, o 3º câncer que mais atinge mulheres no Brasil. Além disso, o Instituto estima que cerca de 16370 mil casos serão diagnosticados neste ano.   

A principal causa consiste na infecção persistente ou crônica pelo papilomavírus humano (HPV). O HPV é um vírus que é transmitido no contato com a pele e é considerado uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), mas ao contrário de algumas outras DSTs, não é necessário a troca de fluídos, apenas o contato dos órgãos genitais já propicia a transmissão do vírus.  

Por ser uma doença silenciosa podendo demorar de 10 a 20 anos para se manifestar, ela não costuma apresentar sintomas evidentes em seu estágio inicial, podendo ser detectada através do exame preventivo, conhecido como pré-câncer ou exame de papanicolau. De acordo com o cirurgião geral e oncológico Dr. Carlos Antonello quando a doença está em fase mais avançada pode manifestar os seguintes sintomas: 

                        ·       Sangramento vaginal

·       Corrimento vaginal com coloração e odores anormais

·       Dor pélvica 

·       Dor na relação sexual

O tratamento dependerá do estágio da doença, dentre os quais, estão a cirurgia, quimioterapia e radioterapia. O Dr. Carlos Antonello relata que “a cirurgia é curativa quando o câncer apresenta-se no estágio inicial, no entanto, ainda realizamos um procedimento chamado - exenteração pélvica, para a retirada deste tumor, indicado nos casos de doença avançada, que mesmo após tratar com quimioterapia e radioterapia, ocorre a persistência ou a recidiva da doença. Nesta cirurgia a paciente fica com bolsas de colostomia e urostomia para toda a vida. Infelizmente, estas cirurgias são realizadas em número considerável na nossa região”.

O entrevistado também assegura que esses casos avançados podem ser evitados com a realização do exame preventivo, logo após a primeira relação sexual, sendo que o rastreamento sistemático e o tratamento de lesões precursoras podem reduzir a mortalidade em 80 %.

Desde 2014, está disponível, na rede pública, a vacina tetravalente contra os subtipos 6, 11, 16 e 18 do HPV para meninas de 9 a 13 anos; e, a partir de 2017, também para meninos de 11 a 13 anos. Apesar da sua importância epidemiológica, o câncer do colo uterino possui alto potencial de cura quando diagnosticado em estágios iniciais.